quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Direito de vizinhança: águas servidas despejadas em plena rua

Dia 10/8/2011 - 17h45 - Detalhe da intensidade do jato d'água
Parece inacreditável que um hotel de luxo tenha a desfaçatez de despejar água servida (provavelmente de sua lavanderia) na calçada. Quando isso acontece, por um longo período de tempo, se não quiserem arriscar um salto de metro e meio ou encharcar os sapatos, os transeuntes ficam impossibilitados até mesmo de atravessar a rua. Por vezes, quem estaciona seu carro nessa rua (Alameda Ribeirão Preto, entre as Alamedas Campinas e Pamplona) tem que permanecer dez ou quinze minutos, até que o fluxo de água reduza, para então poder entrar no automóvel. Infelizmente, essa irregularidade vem se repetindo há muitos meses, sem solução de continuidade. Se isto acontece em plena região da Paulista, onde supostamente a fiscalização é mais rigorosa, o que estará acontecendo nos bairros mais distantes, onde a presença do poder público é praticamente nula?
A água avança para o meio da pista na alameda Ribeirão Preto 
Correnteza de águas servidas atiradas na rua dos fundos de hotel situado na Rua São Carlos do Pinhal.
A mais de 20 metros do local de deságue, as águas servidas chegam a dois metros de largura

Rua transformada em verdadeiro córrego pelo hotel.




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